Seria tão bom sair por aquela porta e conhecer
alguém sem precisar procurar no meio da multidão. Alguém que soubesse se
aproximar sem ser invasivo ou que não se esforçasse tanto para parecer
interessante. Alguém de quem eu não quisesse fugir quando a intimidade
derrubasse nossas máscaras, que segurasse minha mão e tocasse meu coração. Que não me prendesse não me limitasse não me mudasse alguém que me roubasse um beijo no meio de uma briga e me tirasse à razão sem que isso me ameaçasse.
Queme dissesse que eu canto mal, que eu falo demais e que risse das vezes em que eu fosse desastrada. Alguém de quem eu não precisasse.
Mas com quem eu quisesse estar sem motivo certo
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